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quarta-feira, 6 de julho de 2011

FUCA VOLTA A ATIVIDADE

Após longo tempo internado no CTI o Fusca volta à vida com bastante vitalidade. Depois de reparos nas varetas de válvulas e a eliminação do excesso de pressão nas tampas de válvulas - que foi resolvida com a instalação de um "oil sump" (veja foto abaixo) no retorno para o cárter - o bichinho tá tinindo de novo.

No caminho pra casa foi possível notar que o giro vem subindo até 5.000 rpm's estupidamente e finalmente estabilizando a velocidade de cruzeiro à praticamente 1/2 acelerador.

Também melhorou muito o "buraco" que existia entre a 3ª e 4ª marchas. Já voltei a sentir falta da 5ª marcha!

Todo o serviço foi executado graças à paciência, competência e boa vontade do médico, quero dizer, mecânico/preparador Gall.

Agora a prioridade é usar o carro pois, com certeza vários problemas surgiram  devido à falta de utilização, mesmo ligando toda a semana o motor.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

sexta-feira, 24 de junho de 2011

LEI SECA - TIMBUCADOS NA MIRA DA LEI

Atenção colegas do Clube dos Timbucados, us omi tão incima viu!!! Da próxima vez que for tomar umas por aí não esqueça de levar sua esposa(o) ou namorada(o), ou até aquela tia velha chata (mas ela tem que saber dirigir!) pois a lei tá dura.
No Rio a polícia vem agindo com forte presença nas noites cariocas, apreendendo o motorista que tã timbucado e não consegue fazer o "4". Além disso é humilhante ter que dar uma "soprada" no timbucômetro, mais conhecido como bafômetro.
Agora, se você não é casado, não está namorando e não tem uma tia chata, melhor tomar um táxi e levar uma boa quantia de dinheiro, porque no Rio, se o taxista nota que você já está em estado timbucacional, faz "plim plim" no taxímetro e você terá que pagar uma fortuna pela corrida.

ACELERANDO FORTE: O TRAMPOLIM DO DIABO

Nessa coluna iremos abordar assuntos ligados diretamente ao mundo da velocidade em 4 rodas. Hoje falaremos de um Grande Prêmio Internacional da década de 1930, o Circutio da Gávea, que por sua dificuldade e complexidade era conhecido como "O Trampolim do Diabo".
No bairro da Gávea na cidade do Rio de janeiro eram realizadas ali as provas do automobilismo nacional e internacional que estavam começando. Vários pilotos (conhecidos como volantes na época) iniciaram sua carreira e outros mais, começavam a tomar notoriedade como o argentino Carlo Pintacuda, Juan Manoel Fangio, Manuel de Teffé (o Barão de Teffé), o petropolistano Irineu Corrêa (que veio inclusive a morrer em um trágico acidente nesse circuito)e muito outros que brilharam nas pistas ao redor do mundo.
Naquela época a potência das famosas "baratinhas", que pareciam verdadeiros mísseis tripulados, beiravam a casa dos 200 hp, potância essa enorme para a época, em motores de 6 ou até 8 cilindros.
Mas a bravura desses volantes era demonstrada nas pistas, que mesclavam trechos de asfalto, concreto (geralmente as subidas), terra e paralelepípedos com trilhos de bonde, onde em situação de chuva tornava a corrida uma verdadeira roleta russa.
O traçado desse circutio era extremamente sinuoso, com curvas de alta (geralmente no trecho da av. Nyemeyer), subidas íngremes com curvas fechadas (estrada da Gávea, hoje a Favela da Rocinha) e trechos dentro do bairro do Leblon (curvas praticamente de 90º.
Aliás foi nume dessas curvas do trecho dentro do bairro do Leblon que meu avô Alfredo Braga "O Bragão" em disputa de colocação com outro piloto, derrapou na entrada da curva que leva ao conhecido hoje baixo Gávea, e atropelou 11 pessoas de uma mesma família. Tal fato tirou meu avô definitivamente das corridas. Mas, voltemos ao circuito da Gávea pois esse Blog abordará com profundidade a vida e a carreira curta do volante Alfredo Braga.
A segurança, não só dos pilotos mas também do público era muito precária.
As pessoas assistiam à corrida na beira da calçada, expostas aos perigos de derrapegem dos carros.
O equipamento de segurança dos pilotos era igualmente precário (ou inexistente): touca de couro na cabeça, óculos tipo piloto de avião, macacão de brim ou couro, luvas ou simplesmente uma espécie de bandagem feita de gaze (isso mesmo, gaze hospitalar) envolvendo as mãos.
Dizia meu avô na época que, embora já houvessem luvas de couro de ótima qualidade, elas eram muito grossas e tiravam a sensibilidade do piloto e, para que é do "ramo" sabe que a sensibilidade tátil do piloto é de extrema importância até hoje.
Pelas características desse circuito as médias de velocidade na época giravam em torno dos 98 Km/h, média essa altíssima, levando-se em consideração as peculiaridades do circuito.
Ainda hoje o traçado dessa pista não foi modificado. É possível fazê-lo totalmente, mas infelizmente trata-se de locais densamente habitados (como a Favela da Rocinha) e cheios de sinais de trânsito, etc.
Quanto aos bólidos as "baratinhas" como eram carinhosamente conhecidos, eram carros de tração traseira, suspensão de feixos de mola duríssimos e rodas geralmente raiadas e pneus diagonais de banda de rodagem de não mais 15 centímetros conhecidos como pneu linguiça. A estabilidade, completamente comprometida pela má distribuição de peso entre eixos, tornava a barata instável em curvas mais fechadas, favorecendo a habilidade dos pilotos, que "botavam de lado" em praticamente todas as curvas do circuito. Os carros tornavam-se ainda mais perigosos no decorrer da prova, ssobretudo na Gávea, pois com o passar do tempo, os freios a tambor somente nas rodas dianteiras se aqueciam demasiadamente e chegavam a entrar em colapso, forçando o pilotos muitas vezes "frear com a caixa", ou seja, usar o freio-motor para reduzir a velocidade.
Abaixo delicie-se com imagens raras do Grande Prêmio Internacional do Rio de Janeiro de 1937:
Coisas de louco, que somente esses "volantes" apaixonados pela velocidade extrema sabiam controlar e que muitos viram suas vidas terminadas antes da bandeirada final !

quarta-feira, 22 de junho de 2011

PARACHOQUE DA SEMANA

Caminhão novo e soutien só compra quem tem peito (ou é amigo do Lula)

PENSAMENTO DO DIA...

O melhor motorista não é aquele que vai mais rápido do ponto A para o ponto B, mas sim como ele vai do ponto A para o ponto B.

SERÁ QUE O GRINGO" É BOBO?

Tudo bem que todo brasileiro(a) dirige bem (ainda bem que ninguém conhece minha vizinha!).
Mas, vamos concordar que nosso trânsito nas cidades grandes não é muito organizado...nem tão educado assim!!
Recentemente na mídia, uma renomada companhia de seguros profetiza um "trânsito mais seguro", no qual todos nós deveríamos apoiar.
Tudo bem que, não obstante da boa intenção da companhia de seguros, é claro que, "com um trânsito mais gentil" sua cota de indenizações e pagamento de sinistros irá reduzir substâncialmente mas, vale a intenção.
Fiz questão de ilustrar essa característica do carioca (ou melhor, do motorista carioca) para poder melhor ilustrar a forma com que nos relacionamos com a opinião de estrangeiros quanto ao trãnsito. Nos países desenvolvidos, o sinal vermelho indica que você deve parar, mesmo de madrugada.
E uma coisa há de ficar clara: os gringos vivem em sociedades mais organizadas e pensam na coletividade, e não se iludam: sabem dirigir bem e são campeões do mundo.
Sendo assim, vamos acabar de uma vez por todas com a lei do Gerson (que "leva a vantagem em tudo") e vamos nos conscientizar que o melhor trânsito é aquele onde todos trafegam numa mesma velocidade, respeitando o direito dos que estão à sua volta. Até porque, coloque uma coisa na sua cabeça: 1 carro que acaba entrando na sua frente representa um atraso de mensos de 2 segundos no seu trajeto.
E, caso esse argumento não lhe convença, se contente em observar e saber que o outro motorista está consumindo mais combustível que você e que, à noite quando chegar em casa você poderá falar para sua esposa (ou marido) que fez sua boa ação do dia)!!!!