Atenção colegas do Clube dos Timbucados, us omi tão incima viu!!! Da próxima vez que for tomar umas por aí não esqueça de levar sua esposa(o) ou namorada(o), ou até aquela tia velha chata (mas ela tem que saber dirigir!) pois a lei tá dura.
No Rio a polícia vem agindo com forte presença nas noites cariocas, apreendendo o motorista que tã timbucado e não consegue fazer o "4". Além disso é humilhante ter que dar uma "soprada" no timbucômetro, mais conhecido como bafômetro.
Agora, se você não é casado, não está namorando e não tem uma tia chata, melhor tomar um táxi e levar uma boa quantia de dinheiro, porque no Rio, se o taxista nota que você já está em estado timbucacional, faz "plim plim" no taxímetro e você terá que pagar uma fortuna pela corrida.
Nessa coluna iremos abordar assuntos ligados diretamente ao mundo da velocidade em 4 rodas. Hoje falaremos de um Grande Prêmio Internacional da década de 1930, o Circutio da Gávea, que por sua dificuldade e complexidade era conhecido como "O Trampolim do Diabo".
No bairro da Gávea na cidade do Rio de janeiro eram realizadas ali as provas do automobilismo nacional e internacional que estavam começando. Vários pilotos (conhecidos como volantes na época) iniciaram sua carreira e outros mais, começavam a tomar notoriedade como o argentino Carlo Pintacuda, Juan Manoel Fangio, Manuel de Teffé (o Barão de Teffé), o petropolistano Irineu Corrêa (que veio inclusive a morrer em um trágico acidente nesse circuito)e muito outros que brilharam nas pistas ao redor do mundo.
Naquela época a potência das famosas "baratinhas", que pareciam verdadeiros mísseis tripulados, beiravam a casa dos 200 hp, potância essa enorme para a época, em motores de 6 ou até 8 cilindros.
Mas a bravura desses volantes era demonstrada nas pistas, que mesclavam trechos de asfalto, concreto (geralmente as subidas), terra e paralelepípedos com trilhos de bonde, onde em situação de chuva tornava a corrida uma verdadeira roleta russa.
O traçado desse circutio era extremamente sinuoso, com curvas de alta (geralmente no trecho da av. Nyemeyer), subidas íngremes com curvas fechadas (estrada da Gávea, hoje a Favela da Rocinha) e trechos dentro do bairro do Leblon (curvas praticamente de 90º.
Aliás foi nume dessas curvas do trecho dentro do bairro do Leblon que meu avô Alfredo Braga "O Bragão" em disputa de colocação com outro piloto, derrapou na entrada da curva que leva ao conhecido hoje baixo Gávea, e atropelou 11 pessoas de uma mesma família. Tal fato tirou meu avô definitivamente das corridas. Mas, voltemos ao circuito da Gávea pois esse Blog abordará com profundidade a vida e a carreira curta do volante Alfredo Braga.
A segurança, não só dos pilotos mas também do público era muito precária.
As pessoas assistiam à corrida na beira da calçada, expostas aos perigos de derrapegem dos carros. O equipamento de segurança dos pilotos era igualmente precário (ou inexistente): touca de couro na cabeça, óculos tipo piloto de avião, macacão de brim ou couro, luvas ou simplesmente uma espécie de bandagem feita de gaze (isso mesmo, gaze hospitalar) envolvendo as mãos. Dizia meu avô na época que, embora já houvessem luvas de couro de ótima qualidade, elas eram muito grossas e tiravam a sensibilidade do piloto e, para que é do "ramo" sabe que a sensibilidade tátil do piloto é de extrema importância até hoje. Pelas características desse circuito as médias de velocidade na época giravam em torno dos 98 Km/h, média essa altíssima, levando-se em consideração as peculiaridades do circuito. Ainda hoje o traçado dessa pista não foi modificado. É possível fazê-lo totalmente, mas infelizmente trata-se de locais densamente habitados (como a Favela da Rocinha) e cheios de sinais de trânsito, etc. Quanto aos bólidos as "baratinhas" como eram carinhosamente conhecidos, eram carros de tração traseira, suspensão de feixos de mola duríssimos e rodas geralmente raiadas e pneus diagonais de banda de rodagem de não mais 15 centímetros conhecidos como pneu linguiça. A estabilidade, completamente comprometida pela má distribuição de peso entre eixos, tornava a barata instável em curvas mais fechadas, favorecendo a habilidade dos pilotos, que "botavam de lado" em praticamente todas as curvas do circuito. Os carros tornavam-se ainda mais perigosos no decorrer da prova, ssobretudo na Gávea, pois com o passar do tempo, os freios a tambor somente nas rodas dianteiras se aqueciam demasiadamente e chegavam a entrar em colapso, forçando o pilotos muitas vezes "frear com a caixa", ou seja, usar o freio-motor para reduzir a velocidade. Abaixo delicie-se com imagens raras do Grande Prêmio Internacional do Rio de Janeiro de 1937: Coisas de louco, que somente esses "volantes" apaixonados pela velocidade extrema sabiam controlar e que muitos viram suas vidas terminadas antes da bandeirada final !
Tudo bem que todo brasileiro(a) dirige bem (ainda bem que ninguém conhece minha vizinha!). Mas, vamos concordar que nosso trânsito nas cidades grandes não é muito organizado...nem tão educado assim!! Recentemente na mídia, uma renomada companhia de seguros profetiza um "trânsito mais seguro", no qual todos nós deveríamos apoiar. Tudo bem que, não obstante da boa intenção da companhia de seguros, é claro que, "com um trânsito mais gentil" sua cota de indenizações e pagamento de sinistros irá reduzir substâncialmente mas, vale a intenção. Fiz questão de ilustrar essa característica do carioca (ou melhor, do motorista carioca) para poder melhor ilustrar a forma com que nos relacionamos com a opinião de estrangeiros quanto ao trãnsito. Nos países desenvolvidos, o sinal vermelho indica que você deve parar, mesmo de madrugada. E uma coisa há de ficar clara: os gringos vivem em sociedades mais organizadas e pensam na coletividade, e não se iludam: sabem dirigir bem e são campeões do mundo. Sendo assim, vamos acabar de uma vez por todas com a lei do Gerson (que "leva a vantagem em tudo") e vamos nos conscientizar que o melhor trânsito é aquele onde todos trafegam numa mesma velocidade, respeitando o direito dos que estão à sua volta. Até porque, coloque uma coisa na sua cabeça: 1 carro que acaba entrando na sua frente representa um atraso de mensos de 2 segundos no seu trajeto. E, caso esse argumento não lhe convença, se contente em observar e saber que o outro motorista está consumindo mais combustível que você e que, à noite quando chegar em casa você poderá falar para sua esposa (ou marido) que fez sua boa ação do dia)!!!!
Pode ser de dia ou de noite. Chuva ou sol. É comprovadamente mais seguro transitar com os faróis ligados. Tanto é que, alguns modelos de automóveis na Europa simplesmente não dispõem de botão para ligar/desligar os faróis, pois os mesmos ficam ligados o tempo todo. Tudo bem. É verdade que se, aqui no Brasil você andar de dia com o farol ligado na cidade, vários transeuntes e outros motoristas irão fazer aquele gesto bem conhecido, de fechar e abrir os dedos das mãos, indicando a você que seus faróis estão ligados!!! Porém, apesar disso, é provado através de testes que, mesmo no trânsito urbano, quando se está com os faróis ligados, a percepção por parte de pedestres e de outros motoristas é bem maior do que quando se está com os faróis desligados. Agora, em se tratando de Brasil (mais precisamente de Rio de Janeiro) acredito que andar com os faróis ligados durante o dia não surta o efeito tão desejado pois, em função das cartacteríscticas do motorista carioca, acaba parecendo uma provocação, uma intimidação estar com os faróis acesos durante o dia, como se estivesse pedindo passagem, da mesma maneira que uma ambulância ou uma viatura de polícia costuma fazer. E essa situação acaba irritando e "humilhando" certos motoristas menos consientes e desavisados, podendo causar algum tipo de constrangimento. Em minha singela opinião, aqui no Rio de Janeiro, ainda não estamos prontos para tafegar com os faróis acesos durante o dia....Seja então o que Deus quiser....
É muito comum em nosso ramo qualificar qualquer motorista que tenha noções básicas de direção no mercado empresarial (atendimento à empresas geralmente multi-nacionais) ou, esteja trajado de terno e gravata e algum apelo profissional ligado à prestação de serviços ao turismo (geralmente advindos de empresas de turismo receptivo) qualificá-lo como um profissional do ramo de motorista executivo (leia-se executivo o profissional estrangeiro que está no país à frente de algum projeto da área de exploração/extração de petróleo). Ledo engano, pois, mais do que simplesmemte portar um telefone celular de última geração, conduzir uma viatura do tipo "sedan" geralmente de cor preta, com a intenção de impressionar o usuário com toda essa estampa, esse profissional do volante, quando realmente engajado na missão de conduzuir estrangeiros à serviço em nosso país, foge um pouco a essas características. Após 17 anos de experiência, tanto no mercado de turismo receptivo, quanto no mercado de empresas multi-nacionais do ramo de petróleo & gás, tenho a convicção de que o verdadeiro motorista que pertence a esse ramo não precisa de uma gravata e um terno bem-passado mas, e muito mais do que isso, precisa de experiência no trato com estrangeiros (sobretudo cidadãos norte-americanos, os quais por motivos conhecidos por todos vivem num mundo de insegurança e desconfiança, sobretudo quando estão em países do terceiro mundo), que estão em nosso país por pura e simplesmente razões comerciais e financeiras, e não estão dispostos a perder tempo e o horário de seus compromissos por razão da incapacidade do motorista de lhe prestar um serviço à contento, obedecendo leis primárias de segurança no trânsito, pontualidade na apresentação, conhecimento dos roteiros mais comumente utilizados e, finalmente, conduzindo em segurança seu passageiro ao seu destino final. Com o passar dos tempos, venho notando que nosso ramo vem sendo invadido por verdadeiros aventureiros que, em posse de um veículo de luxo, pintura brilhante, se auto-denominam "motorista executivo". Porém, mal sabe ele que, o verdadeiro motorista executivo, qualificado para atender a esse público tão exigente e diferenciado, está muito longe do que ele próprio imagina conhecer desse serviço tão delicado, cheio de detalhes e revestido tão somente de profunda responsabilidade, seriedade e, sobretudo humildade. Resta-me dizer que, logo depois do carrão preto "do ano" e bem lustrado vem o conhecimento dos reais valores e necessidades de nossos usuários, comprometidos também com suas responsabilidades e, ao motorista resta tão somente a obrigação de lhe prestar um atendimento pontual, sério, dentro das mais rigorosas normas de segurança e, por fim, transquilidade durante todo o transcorrer do serviço.
É de se imaginar que, durante a operação de uma empresa de petróleo, os maiores riscos estão envolvidos diretamente com a operação de perfuração e exploração nas plataformas de petróleo, certo? ERRADO!!! Estudos indicam que, conforme estatísticas das empresas americanas de exploração de petróleo que os maiores índices de acidentes de operação estão diretamente ligados ao setor de logística, ou seja, ao transporte de seus funcionários principalmente no que se refere ao transporte terrestre, sobretudo fora dos EUA. Daí só podemos concluir que, durante mais de 10 anos de operação conjunta com a Devon Energy do Brasil Ltda, a transportadora Avant obteve o índice 0% em ocorrência de "eventos" durante o transporte de funcionários e prestadores de serviços para Devon, na execução, principalmente de traslados entre as cidades do Rio de Janeiro/RJ e Macaé/RJ. Também se enquadram aí os transportes efetuados dentro dos limites da cidade do Rio de Janeiro. É baseado nesses índices que nossa empresa vem se destacando no cenário de prestação de serviços de transportes à empresas multi-nacionais com extremo grau de acertos, pontualidade e grau 0 de ocorrências negativas. Se utilizando de mão-de-obra altamente qualificada e equipamentos modernos e atualizados, tentamos à todo o custo desenvolver políticas de segurança e prevenção de acidentes que excedem as exigências das empresas multi-nacionais que hoje operam em nosso território. É também com grande satisfação que contribuimos diretamente com a formação do "staff" de motoristas contratados da Devon Energy, oriundos do quadro de funcionários da Avant - Transportes.
A partir de hoje você caro leitor poderá acompanhar diariamente (pelo mesno essa é a nossa intenção) notícias, relatos, novidades e denúncias dos mais variados assuntos. Diversão, lazer, músi ca, poesia, desabafo, enfim, tudo o que você precisa para começar o seu dia. Eu, de agora em diante, estarei antenado para poder levar a você a mais importante notícia, debatida de vários ângulos, não só do autor que vos escreve mas como também da sociedade e da opinião pública em geral. Forte abraço e até mais. Claudio Ferreira